Depois da sua criação há 43 anos e pelas potencialidades, o Estado de Mato Grosso do Sul viu nascer 24 municípios

Mato Grosso do Sul é o segundo estado mais jovem do País, só perde para Tocantins criado com apenas dez anos de diferença. Em 11 de outubro de 1977 o então presidente Ernesto Geisel assinou a Lei Complementar nº 31 dividindo Mato Grosso e criando o estado de Mato Grosso do Sul.

 

Com a divisão, 55 cidades ficaram do lado do novo estado, e ao longo de 43 anos de história outros 24 municípios foram criados e desde então contribuem para o potencial desenvolvimento do Estado com suas particularidades.

 

A principal base da economia de Mato Grosso do Sul é o agronegócio, mas o Estado também se destaca mundialmente pelas belezas naturais. Potencialidades que fazem de MS um lugar de oportunidades.

 

Três anos após a divisão, nove municípios foram criados ao longo de 1980. São eles: Costa Rica, Douradina, Bodoquena, Itaquiraí, São Gabriel do Oeste, Selvíria, Sete Quedas, Tacuru e Taquarussu. Cinco anos depois foi a vez de Coronel Sapucaia se tornar município.

 

Rota Norte Costa Rica, Parque Salto do Sucuriú (VisitMS)

 

Costa Rica se destaca não só pelo potencial turístico, mas também pela produção agrícola.  São Gabriel do Oeste segue o mesmo rumo, e para se ter uma ideia é o maior produtor de suínos e avestruzes do Estado. A nível nacional é o maior produtor de sorgo, tendo se destacado na safra 2011/2012.

 

Em 1987 foram publicadas as leis que criaram os municípios de Dois Irmãos do Buriti, Juti, Santa Rita do Pardo, Vicentina e Chapadão do Sul. Sendo esta última, consolidada no agronegócio brasileiro. Já Sonora e Paranhos, se tornaram município em 88 e 89, respectivamente. Entre os potenciais da cidade de Sonora está a agroindústria e o turismo de eventos.

 

Já na década de 90, cinco cidades foram criadas sendo Nova Alvorada do Sul em 1991, e Alcinópolis, Japorã, Laguna Carapã, e Novo Horizonte do Sul em 1992.

 

Estado se destaca pela produção de grãos (Agência Brasil)

 

Figueirão e Paraíso das Águas são as caçulinhas do MS e se tornaram município em 2003. Vale lembrar que Paraíso, passou por um período de impasse judicial movido por Água Clara, mas decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2009 foi favorável e deu fim à polêmica que envolvia a 79ª cidade sul-mato-grossense.

Polícia Militar Ambiental fiscaliza 11 embarcações, surpreende pescador utilizando tarrafa e apreende petrecho ilegal de pesca

Policiais Militares Ambientais de Coxim estão realizando fiscalização preventiva à pesca, durante a operação Ictiofauna no rio Taquari, Coxim e afluentes. Dentre os trabalhos preventivos abordaram 11 embarcações com pescadores e todos pescavam respeitando a legislação. Os Policiais também estão utilizando drones, especialmente para evitar pesca com petrechos ilegais em cachoeiras e corredeiras, pontos em que os cardumes ficam muito vulneráveis à pesca predatória. O uso desses aparelhos é importante na fiscalização na região, em virtude de que muitos pescadores que praticam pesca predatória são informados via telefone da presença da fiscalização.

 

Ontem (10) pela manhã, no rio Coxim, no local conhecido como Cachoeira do “Quatro Pés” (local proibido à pesca), os Policiais lançaram o drone, tendo em vista que os elementos, quando estão pescando ilegalmente nesses locais, assim que ouvem barulho de motores de popas, escondem-se nas matas por medo da fiscalização.

 

Como sabem que a PMA está utilizando o aparelho na região, ao avistar o drone, um pescador, que pescava com tarrafa (petrecho proibido) fugiu pela mata abandonando o petrecho ilegal. A equipe foi rapidamente ao local e apreendeu o petrecho ilegal e percebeu que o infrator ainda não tinha capturado nenhum pescado. Agora, as imagens serão verificadas, no intuito de tentar identificar o infrator, tendo em vista que o pescador não foi localizado, apesar de diligências pelo local, porém, a função preventiva de evitar a captura do pecado foi efetiva.

 

Se identificado, o pescador responderá por crime ambiental de pesca predatória. A pena para este crime é de um a três anos de detenção. Será também multado administrativamente em valor de R$ 700 a R$ 100 mil.