Mato Grosso do Sul registra mais sete mortes pelo novo coronavírus e chega a 153; casos confirmados são 12.969

Com mais 708 exames positivos para o novo coronavírus (Covid-19) nas últimas 24 horas, o número de casos confirmados da doença no Estado chega a 12.969. Foram registrados sete óbitos, passando para 153 mortes pela doença em Mato Grosso do Sul. As informações foram apresentadas neste sábado (11.07) em coletiva de imprensa on-line com autoridades estaduais.

 

Dos 12.969 casos confirmados, 4.209 estão em isolamento domiciliar, 8.329 estão sem sintomas e já estão recuperados e 278 estão internados, sendo 158 em hospitais públicos e 125 em hospitais privados. Nove pacientes internados são procedentes de fora do Estado.

 

Desde o dia 25 de janeiro, foram registradas 68.481 notificações de casos suspeitos da coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 50.027 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19, 2.521 exames aguardam resultado do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e 2.964 casos foram notificados e não foram encerrados pelos municípios.

 

Os dados publicados desde 19 de maio têm como fonte de dados o sistema de informações oficiais Sivep Gripe e E-SUS VE, alimentado pelos municípios. Eles estão sujeitos a alterações.

 

Os casos suspeitos em investigação tiveram as amostras encaminhadas para o Lacen, onde será feito o exame para nove tipos de vírus respiratórios, incluindo influenza e coronavírus. O laboratório realiza os exames para Covid-19 em Mato Grosso do Sul. Os resultados ficam prontos entre 24 a 72 horas, após o recebimento das amostras.

 

A Secretaria de Estado de Saúde publica o boletim epidemiológico referente às notificações de casos suspeitos de coronavírus (Covid-19) diariamente. As informações divulgadas pela Secretaria são os dados oficiais consolidados do Estado que são repassados ao Ministério da Saúde.

 

Acompanhe os boletins periódicos no link: http://www.vs.saude.ms.gov.br.

Com estoque baixo, Hemosul precisa de sangue O positivo, negativo, A negativo e chama voluntários para doações

Com o frio dos últimos dias, as doações de sangue caíram e os estoques estão baixos no Hemocentro Coordenador de Mato Grosso do Sul (Hemosul), que está convocando doadores voluntários.

 

Todos os doadores são bem vindos à unidade, mas o pedido é direcionado especialmente aqueles que possuem os tipos sanguíneos: O positivo, O negativo e A negativo.

 

Além da demanda espontânea, é possível fazer o agendamento para evitar aglomeração e prevenir o contágio do novo coronavírus. A doação programada é uma forma de evitar a aglomeração de pessoas nas unidades.

 

Os telefones para agendamento na Capital são os fixos (67) 3312-1516, (67) 3312-1529 e (67) 99298-6316. Endereços e contatos para agendamento nas unidades do interior estão disponíveis aqui.

 

Para prevenir o contágio da covid-19, o uso de máscaras passou a ser obrigatório nas unidades de atendimento da Capital e interior do Estado. Além da higiene redobrada em todas as áreas que o doador tem acesso, o Hemosul também passou a medir a temperatura do voluntário, e disponibiliza álcool para higiene das mãos.

 

Para doar, é necessário ter em mãos documento oficial com foto, estar bem alimentado e bem de saúde, ter mais de 55 quilos, e ter idade entre 16 e 69 anos.

Pré-candidato a prefeito de Campo Grande, Miglioli diz que antiga rodoviária precisa ser revitalizada para gerar empregos

Depois de visitar o prédio do complexo comercial que já abrigou a rodoviária de Campo Grande, em pleno centro da cidade, e que hoje está em precárias condições, com mais de 90% do comércio fechado há anos, o engenheiro Marcelo Miglioli, pré-candidato a prefeito reafirmou a comerciantes locais, seu compromisso de revitalizar o local para gerar emprego e renda.

 

Marcelo, em conversa com alguns dos poucos comerciantes  que ainda resistem no local e membros da direção do condomínio, tomou conhecimento do esforço de todos ali para recuperar o local com a ajuda da prefeitura. Eles reclamam que o prefeito Marquinhos Trad fez apenas promessas de campanha, mas não tomou nenhuma decisão para resolver o problema.

 

Com o apoio da Polícia Militar a única mudança em todo aquele complexo, foi a retirada de mendigos e drogados que perambulavam dia e noite pelo local. A PM montou um posto na esquina da Rua Barão do Rio Branco, em frente ao local. Isso contribuiu bastante para a segurança do persistente comércio que permanece no prédio.

 

Miglioli disse que o impacto do abandono do poder público foi tão grande ali que afetou não só os negócios do complexo comercial, mas também todo o seu entorno. Dezenas de estabelecimentos comerciais, principalmente das Ruas Dom Aquino e Barão do Rio Branco estão com suas portas cerradas há anos. Nenhum negócio consegue prosperar 100% naquelas imediações, bem no centro da cidade.

 

“Isso aqui não pode continuar assim. O poder público precisa arregaçar as mangas e trabalhar para reverter todo esse quadro”, afirmou Miglioli. Entre os meios de reativar o local, ele propõe a instalação ali, na parte que cabe ao município, um terminal de transporte coletivo central. Ele afirma que a cidade possui vários terminais nas saídas da cidade e nenhum na área central.

 

O pré-candidato falou também de parcerias que poderiam ser feitas com o Governo do Estado e Prefeitura, para instalação de unidades de serviço no local, que é ponto estratégico para a comunidade que vem para a área central.

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O engenheiro civil observou também que a estrutura de todo complexo parece ser boa, bem alicerçada, sem rachaduras e com as devidas reformas – elétrica e hidráulica, principalmente- ficaria em ótimo estado para voltar a gerar emprego e renda, reavivando seu entorno de maneira até melhor que antes. “Nosso projeto Pense Grande Campo Grande prevê tudo isso e muito mais para esse complexo comercial abandonado há anos pelo poder público municipal e alvo apenas de promessa pela atual administração”, afirmou.

Polícia Rodoviária Federal apreende 4,7 Kg de maconha e skunk com três mulheres que pediam carona, em Coxim

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na noite de sexta-feira (10), 4,7 Kg de maconha e 400 gramas de skunk, na BR-163, em Coxim.

 

A equipe de policiais rodoviários federais realizava ronda no Km 728, quando notou três mulheres pedindo carona no acostamento da rodovia.

 

Ao serem abordadas, as mulheres, de 21, 19 e 17 anos, demonstraram nervosismo e respostas contraditórias, o que levou os agentes a realizarem buscas nos pertences que elas carregavam. Eles encontraram 4,7 Kg de maconha e 0,4 Kg de skunk.

 

As envolvidas disseram que pegaram a droga em Campo Grand e que ganhariam R$ 2 mil pelo transporte até Rondonópolis (MT). Disseram também que chegaram até Coxim através de um carro de aplicativo e que seguiriam viagem pedindo carona.

 

A menor de idade, no momento da abordagem, disse aos policiais que possuía 18 anos, porém pelo documento de identidade foi constatado que ela tinha 17. Sendo assim, o Conselho Tutelar de Coxim foi acionado para acompanhamento.

Com investimentos e ações pontuais Governo do Estado controla queimadas em Mato Grosso do Sul

Com o controle dos focos de calor na região do Paraguai-Mirim, onde situa-se a escola rural do Jatobazinho, ameaçada pelo fogo, o Governo do Estado conclui com êxito mais uma ação de combate aos incêndios florestais registrados no Pantanal de Corumbá. Com coordenação do Corpo de Bombeiros, o Estado tem realizado sistematicamente intervenções de campo para extinguir as queimadas, a maioria causada pela ação do homem.

 

Com a antecipação da ocorrência de focos, devido a prolongada estiagem, o Governo do Estado, por meio da Semagro (secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), criou uma rede permanente de combate às queimadas e manteve ativa a Sala de Situação, onde as condições climáticas são monitoradas para embasar ações estratégicas e preventivas. A rede tem o apoio de aeronaves de Mato Grosso e Distrito Federal.

 

Focos próximos a escola do Jatobazinho exigiram ação rápida de bombeiros, brigadistas e voluntários

 

Em março, uma força-tarefa foi montada para combater grandes incêndios na região da Serra do Amolar, Pantanal de Corumbá, envolvendo mais de 70 homens, a maioria bombeiros e brigadistas, com o apoio aéreo de dois aviões Air Tractor. A mancha de fogo foi eliminada após uma semana de uma operação que exigiu a superação física dos combatentes, para superar as dificuldades de acesso, e a presença efetiva do Estado no combate aos crimes ambientais.

 

Moratória das queimadas: MS na frente

 

“As ações do governo, demonstradas com essa força-tarefa, envolvendo várias instituições, inclusive de outros estados, foram fundamentais para debelarmos esses incêndios e garantirmos a integridade dos nossos recursos naturais e a saúde das pessoas”, afirma o titular da Semagro, Jaime Verruck. “Hoje temos uma estrutura pronta, com o governo investindo na parte operacional mesmo com todas as atenções voltadas à pandemia do coronavírus”, observa.

 

Bombeiro em ação no Pantanal: campo alagadiço

Verruck destaca, ainda, as medidas preventivas adotadas pelo Estado para o controle das queimadas florestais e urbanas, criando uma legislação específica que hoje o governo federal anuncia para a região da Amazônia: a moratória a queima controlada, que em Mato Grosso do Sul está em vigor no período de 1º de agosto a 31 de outubro. “Se for necessário, vamos decretar estado de emergência com o agravamento da situação, hoje controlada”, disse.

 

O secretário da Semagro ressalta a importância do papel do produtor rural nestas ações integradas, onde a comunicação imediata da ocorrência de um foco na propriedade ou nos vizinhos é fundamental para o seu controle. “Sabemos que a maioria dos incêndios não ocorre por combustão espontânea, e o governo está atuando fortemente na fiscalização, por meio da Polícia Ambiental, para inibirmos os danos ambientais e econômicos”, pontua.

 

Área afetada pelo fogo em frente ao porto-geral de Corumbá: PMA e Corpo de Bombeiros investigam ação criminosa

 

Investimentos somam R$ 23 milhões

 

Para o comandante do Corpo de Bombeiros de MS, coronel Joílson Alves do Amaral, o comprometimento do Governo do Estado com a estruturação da rede de combate e prevenção às queimadas, a qual se integram brigadas dos setores sucroenergético e de celulose, Mato Grosso do Sul amplia seu poder de resposta aos grandes incêndios. “A nossa capacidade operacional evoluiu significativamente com os investimentos do governo”, cita.

 

Focos de calor em MS, de janeiro a julho de 2020: 21,9 mil registros

Joílson anunciou a aquisição, com recursos próprios do Estado, de uma aeronave de combate aos incêndios, modelo Air Tractor, com capacidade para transportar três mil litros de água, ao custo de R$ 10 milhões. Também estão previstos investimentos de R$ 13 milhões, via governo federal, para compra de viaturas adequadas para combate em terrenos extremos. “Estamos criando uma frente de prevenção para enfrentarmos situações mais críticas este ano”, frisa.

 

Conforme relatório do Corpo de Bombeiros, as ações de combate aos focos na região do Paraguai-Mirim, rebelaram as chamas que se aproximavam da escola rural. Foram empregados 20 homens, dos quais cinco bombeiros, com o apoio de tratores de esteiras na abertura de 3,5 km de aceiros. A área queimada (três mil hectares) concentrava matéria orgânica, com dificuldade de acesso devido aos alagadiços. Os focos atuais se direcionam à beira do Rio Paraguai.

Covid-19: Pesquisa do Procon MS mostra variações acima de 50% no preço de exames laboratoriais

Para prevenir possíveis abusos no valor cobrado pelos laboratórios nos exames que detectam o novo coronavírus, e por conta também do aumentona procura nestes procedimentos, a  Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão da Secretaria de Estado de  Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho – Sedhast,  realizou pesquisa de preços em laboratórios de análises clínicas.

 

A finalidade é informar o consumidor da possibilidade de gastando menos dinheiro nos procedimentos, quando realizados de maneira particular. Os dados apresentados são resultados dos levantamentos  foram realizados no período de 3 a 8 de julho em envolvendo oito laboratórios.

 

A verificação levou em conta três  fatores: Proteína C Reativa (PCR), sorologia e teste rápido. A pesquisa detectou diferenças de 60% nos preços em relação ao exame de PCR a 87,50 % em relação à PCR. Neste caso, em um determinado laboratório o exame custa R$ 250,00, mas pode ser encontrado em outro por R$ 400,00.

 

Em relação à sorologia, a diferença de preços é um pouco menor,  52,17%. Mesmo assim é interessante que o consumidor  se  oriente por pesquisas  como forma de evitar  gastos excessivos quando necessitar  de tais exames.  Nesse caso, o valor cobrado varia de  R$ 230,00 a R$ 350,00, dependendo da clínica. A modalidade que apresentou valor maior foi o de teste rápido, 87,50%, e pode sair por R$ 160,00 até R$ 300,00.

 

Para melhor prestação de serviços, a equipe de pesquisa do Procon/MS verificou também o tempo necessário para entrega de resultados dos exames. No caso da PCR, varia de quatro a sete dias. Em relação a Sorologia, esse tempo varia de um a quatro dias e teste rápido o tempo para entrega vai de duas horas após a coleta a um dia útil.

 

Dados pesquisa

 

Os laboratórios pesquisados foram Célula, Multilab, Biodiagnostic, Labclin, Novalab , Oswaldo Cruz,  Sabin e Ultralab.

Mato Grosso do Sul atinge meta e vacina 90,78% do público-alvo contra Influenza, ultrapassando a meta no Estado

A Secretaria de Estado de Saúde informou que a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe alcançou 90,78% do público-alvo, ultrapassando a meta de 90% em Mato Grosso do Sul. Os municípios que ainda possuem doses continuam vacinando, agora ampliando para toda população.

 

Desde o dia 1º de julho, foi recomendado aos municípios a estenderem a vacinação à população em geral até quando durarem os estoques da vacina excedentes da campanha. A medida objetiva otimizar o uso das doses da vacina influenza nas localidades que não alcançaram a meta de imunização no público-alvo, que continua sendo prioritário.

 

Dividida em três fases, a campanha teve início em 23 de março e encerrou em 30 de junho. O público-alvo dessa campanha era formado por idosos, trabalhadores da saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, profissionais das forças de segurança e salvamento, população privada de liberdade, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional, motoristas de caminhões, transporte coletivo (não incluso taxistas e motoristas de aplicativos) e portuários, população indígena, crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, pessoas com deficiência, gestantes e puérperas até 45 dias, adultos de 55 a 59 anos de idade e professores da rede pública e privada.

 

A vacina da gripe protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença e óbitos. Ela não tem eficácia contra o coronavírus, porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a Covid-19, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde.

 

Avanço da pandemia: Mato Grosso do Sul registra um total de 146 mortes pelo novo coronavírus e 12.261 casos confirmados

Com mais 590 exames positivos para o novo coronavírus (Covid-19) nas últimas 24 horas, o número de casos confirmados da doença no Estado chega a 12.261. Foram registrados dez óbitos, passando para 146 mortes pela doença em Mato Grosso do Sul. As informações foram apresentadas nesta sexta-feira (10.07) em coletiva de imprensa on-line com autoridades estaduais.

 

Dos 12.261 casos confirmados, 3.850 estão em isolamento domiciliar, 8.008 estão sem sintomas e já estão recuperados e 269 estão internados, sendo 142 em hospitais públicos e 127 em hospitais privados. Doze pacientes internados são procedentes de fora do Estado.

 

Desde o dia 25 de janeiro, foram registradas 65.796 notificações de casos suspeitos da coronavírus em Mato Grosso do Sul. Destes, 48.252 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19, 21 foram excluídos por não se encaixarem na definição de caso suspeito do Ministério da Saúde, 2.686 exames aguardam resultado do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e 2.597 casos foram notificados e não foram encerrados pelos municípios.

 

Os dados publicados desde 19 de maio têm como fonte de dados o sistema de informações oficiais Sivep Gripe e E-SUS VE, alimentado pelos municípios. Eles estão sujeitos a alterações.

 

Os casos suspeitos em investigação tiveram as amostras encaminhadas para o Lacen, onde será feito o exame para nove tipos de vírus respiratórios, incluindo influenza e coronavírus. O laboratório realiza os exames para Covid-19 em Mato Grosso do Sul. Os resultados ficam prontos entre 24 a 72 horas, após o recebimento das amostras.

 

A Secretaria de Estado de Saúde publica o boletim epidemiológico referente às notificações de casos suspeitos de coronavírus (Covid-19) diariamente. As informações divulgadas pela Secretaria são os dados oficiais consolidados do Estado que são repassados ao Ministério da Saúde.

 

Acompanhe os boletins periódicos no link: http://www.vs.saude.ms.gov.br.

Jucems: Com 3.526 empresas abertas durante seis meses, Mato Grosso do Sul tem o melhor 1º semestre em sete anos

O número de empresas abertas em Mato Groso do Sul no primeiro semestre de 2020 é o maior dos últimos sete anos. De janeiro a junho deste ano foram registradas 3.526 aberturas de novos empreendimentos pela Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul).

 

De acordo com o órgão vinculado à Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), em junho de 2020 foram abertas 620 empresas em Mato Grosso do Sul, resultado 20% maior em relação às 517 empresas registradas no mesmo período de 2019. Esse desempenho no mês de junho também representa o melhor resultado para o mês dos últimos sete anos. Entre os setores da economia, o maior número de abertura de empresas no mês de junho foi o de Serviços (389), seguido pelo Comércio (206) e Indústria (25).

 

Foto: Divulgação/Governo MS

 

De acordo com os dados da Jucems, a partir de abril deste ano foi sentido o impacto das medidas de combate à pandemia do novo coronavirus na abertura de empresas em Mato Grosso do Sul. Naquele mês houve um desempenho 25% nas aberturas de empresas em relação ao mesmo período de 2019. Em maio de 2020, o resultado foi 14,31% menor na comparação com o mês do ano anterior. Já em junho, o número foi superior em 20% em relação a junho de 2019, sinalizando retomada na abertura de empresas no Estado.

 

“O bom desempenho na abertura de novas empresas no primeiro semestre de 2020 em Mato Grosso do Sul, em especial no mês de junho, é um indicador que nos sinaliza a movimentação e a retomada de curto prazo da economia em alguns setores. Essa é uma notícia positiva para o Estado. A retomada que estamos observando permite a abertura de novas empresas, mas não podemos menosprezar o quanto a pandemia tem impactado a economia como um todo”, avalia o secretário Jaime Verruck, da Semagro.

 

 

O secretário Jaime Verruck ressalta que “com a modernização nos serviços da Junta Comercial e na legislação, o tempo médio para abrir uma empresa em Mato Grosso do Sul hoje é de pouco mais de 2 dias, segundo levantamento do governo federal. Nós fizemos esse prazo cair de 37 dias, para pouco mais de dois dias”. De acordo com dados do Mapa de Empresas, ferramenta do Ministério da Economia, o tempo médio para abertura de empresas em Mato Grosso do Sul no mês de maio de 2020 foi de 2 dias e 15h, enquanto que a média nacional foi de 4 dias e 8h no mesmo período.

 

“Esse tempo médio de abertura considera o cumprimento da etapa da viabilidade (em que o município e a Junta Comercial, respectivamente, confirmam a possibilidade de a empresa se estabelecer no endereço indicado e usar o nome empresarial escolhido) e da etapa do registro (em que a Junta Comercial arquiva os documentos de constituição da empresa e lhe fornece o número do CNPJ gerado pela Receita Federal)”, informa Augusto de Castro, diretor-presidente da Jucems.

 

Lei de Liberdade Econômica 

 

No primeiro semestre de 2020, um total de 1.978 empresas foram fechadas em Mato Grosso do Sul, representando aumento de 52,98% (685 empresas), em comparação com o primeiro semestre de 2019, que teve um total de 1.293 empresas fechadas.

 

“O número de fechamentos é alavancado por dois principais fatores: o atual cenário de retração econômica em decorrência das medidas restritivas causadas pela pandemia do Covid-19 e a extinção da cobrança da taxa pelas juntas comerciais brasileiras para fechamento de empresas, determinada pela Lei da Liberdade Econômica – Lei 13.874 de 20/09/2019”, finaliza Augusto de Castro, diretor-presidente da Jucems.