Indústria chinesa BBCA inicia operação no mês de outubro deste ano e vai gerar 300 empregos no município de Maracaju

As obras da indústria de processamento de milho da empresa chinesa BBCA, no município de Maracaju, estão em ritmo forte e a produção de amido e farelo de milho já deve ser iniciada em outubro deste ano.

 

A informação foi dada ontem (22) ao governador Reinaldo Azambuja e ao secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), em visita ao estande da BBCA na Showtec.

 

“A BBCA nos apresentou uma série de produtos que a empresa já fabrica na China, como tecidos e produtos biodegradáveis. Também foram apresentados os produtos que serão feitos na fábrica em Maracaju, iniciando pelo amido. Eles informaram que as obras da indústria estão em ritmo forte e, em outubro, inicia a produção de amido e farelo de milho. Essa é uma notícia positiva, pois consolida mais um investimento em Mato Grosso do Sul, o que é fundamental na geração de mais empregos no Estado”, informou o secretário Jaime Verruck.

 

De acordo com o diretor-geral da BBCA no Brasil, Hailong Huang, nessa fase da obra estão sendo gerados 64 empregos brasileiros. Quando a indústria iniciar a produção serão gerados 300 empregos diretos. Atualmente, 104 pessoas trabalham nos escritórios da empresa no Brasil, em Maracaju e São Paulo.

 

A unidade da BBCA em Maracaju vai processar 200 mil toneladas de milho por ano na produção de amido e farelo de milho. Toda a produção será exportada para América Latina. A perspectiva futura, de acordo com as informações de Huang, é que a indústria produza produzir PLA, material utilizado em produtos biodegradáveis.

Showtec 2020 da Fundação MS apresenta para população resultados de pesquisas voltadas ao agronegócio

Com 124 empresas participantes e expectativa de reunir 15 mil pessoas entre os dias 22 e 25 de janeiro, a Showtec 2020 abriu as portas ao público ontem (22), com chuva e tecnologia.

 

Para a edição deste ano, a organizadora Fundação MS, recebeu R$ 235 mil do Governo do Estado para realização da feira, que é a maior em apresentação de tecnologias e abre o calendário estadual de eventos voltados ao agronegócio.

 

O governador Reinaldo Azambuja, destacou que vê com alegria o desenvolvimento tecnológico do Estado nos últimos anos. “Em cinco anos da nossa gestão investimos mais de R$ 8 milhões na Fundação MS, e isso refletiu na produção e produtividade da nossa agricultura. Tecnologias que dão suporte ao produtor para enfrentar as dificuldades”.

 

Em 2019 o Governo do Estado repassou R$ 1,8 milhão em recursos via Fundems (Fundo para Desenvolvimento das culturas de soja e milho) para apoio à pesquisa feita pela Fundação MS. O montante cresceu 12,5% em relação a 2018 e foi aplicado nas 15 unidades de pesquisa espalhadas pelo Estado.

 

Para o secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar) a Showtec é a oportunidade dos produtores se atualizarem em relação ao que acontece na agricultura mundial. “Aqui temos tecnologia e pesquisa empregadas para aumentar a produtividade, as variedades e conhecer sobre os caminhos do mercado”, destaca.

 

Presidente da Fundação MS, Luciano Muzzi agradeceu ao Governo do Estado pelo apoio contínuo e disse que assim é possível mostrar a envergadura da agropecuária para o Mato Grosso do Sul. “Os resultados do agro são definidos pela produtividade, preço de venda e custo de produção. Em dois fatores a Fundação MS participa efetivamente e libera acesso aos relatórios no site”, afirmou o presidente da Fundação MS.

Prefeitura de Bataguassu revitalizará Praça Jan Antonin Bata com recursos próprios

A Prefeitura de Bataguassu revitalizará a Praça Jan Antonin Bata – popular Praça do Peixe. O aviso de licitação foi publicado em Diário Oficial e o certame na modalidade tomada de preço, do tipo menor preço global está previsto para ser realizado no dia 24 de janeiro, na Sala de Licitações do município.

 

Segundo o prefeito Pedro Arlei Caravina (PSDB), o objetivo é oferecer um espaço mais agradável para os frequentadores do local além de homenagear o fundador do município – Jan Antonin Bata, reformulando o espaço público que passará a ter traços da arquitetura theca. “O local já acomoda o busto do fundador do nosso município – Jan Antonin Bata. A revitalização que faremos trará a essência do nome do praça, que presta uma homenagem à ele, que é de origem theca. A praça trará traços da arquitetura theca, o que será a grande novidade das melhorias”, disse o gestor.

 

Caravina comenta ainda que prossegue em formatação os projetos para revitalização de outras praças em Bataguassu assim como no Distrito de Nova Porto XV, que devem ocorrer no decorrer deste ano.

 

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Foto Cedida/ Setor de Engenharia 

Projeto

 

Com área de 7.869, 22 metros quadrados, a Praça Jan Antonin Bata receberá dois pórticos (dois arcos), sendo um na entrada da praça pela Avenida Campo Grande remetendo aos traços da Ponte Carlos, um dos principais cartões postais de Praga, capital da República Theca e lembrando também da arquitetura da antiga casa de Bata no município.

 

O projeto prevê ainda melhorias nos banheiros (que terão dispositivos de acessibilidade); correção de calçadas, paisagismo e novo estacionamento.

 

O investimento previsto é na ordem de R$ 498 mil em recursos próprios, com previsão de quatro meses de obra.

 

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Jan Antonin Bata, fundador de Bataguassu (Foto Cedida)

 

 

História

 

Constam nos registros históricos que em 1932, Arthur Diederichen vendeu a Companhia de Viação São Paulo Mato Grosso (incluindo terras, embarcações, pousos de boiadas, armazéns, fazendas e direitos), a Jan Antonin Bata.

 

Bata nasceu em 7 de março de 1898 na antiga Checoslováquia onde era denominado “O Rei dos Calçados”. Naquele país foi um grande industrial. Seu pai era o fundador das Indústrias Bata e ele deu continuidade aos empreendimentos do pai, ampliando suas fábricas em cinco continentes.

 

Culto e viajado, dominava sete idiomas e foi perseguido pelos seguidores de Adolf Hitler, quando se exilou nos Estados Unidos e veio para o Brasil, em 1941.

 

Na época, Bata já havia instalado uma indústria de calçados em Batatuba, São Paulo, primeira cidade que fundou no Brasil.

 

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Casa de Jan Antonin Bata construída na década de 40 em Bataguassu (Foto Cedida)

Em 1942, Jan Antonin Bata decidiu criar uma cidade nas terras que adquiriu de Diederichen, no espigão divisor das águas dos Córregos Guassu e Sapé não muito distante do rio Pardo e escolheu o local onde seria edificada Bataguassu.

 

Além de planejar o loteamento urbano da cidade, fez loteamento rural, construiu as primeiras casas destinadas a seus funcionários, armazém e um pequeno templo católico. Montou uma serraria cuja caldeira fornecia energia elétrica, uma cerâmica, uma leiteria e mais tarde uma granja.

 

Em Bataguassu, o busto de Jan Antonin Bata está instalado na praça que recebe seu nome [Jan Antonin Bata] popular praça da Matriz/praça do Peixe. A ponte do rio Pardo também recebe o nome do fundador do município.

 

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Foto Cedida/ Setor de Engenharia

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Foto Cedida/ Setor de Engenharia

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Foto Cedida/ Setor de Engenharia

Mais de 400 pessoas mobilizadas para combate ao Aedes nas 7 regiões da Capital

A Prefeitura de Campo Grande lançou ontem(22) a operação “Mosquito Zero – É matar ou morrer”,  em solenidade realizada na Escola Municipal Professor Fauze Scaff Gattass Filho, Bairro Nova Campo Grande,  localizado na região Imbirussu, a primeira a receber a ação. Mais de 350 pessoas, entre servidores municipais e colaboradores, estarão mobilizados nas ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegipty que serão extendidas para as sete regiões urbanas do município nos próximos 70 dias e irão envolver diversos órgãos municipais, instituições públicas e privadas e a iniciativa privada.

 

Segundo o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, o momento exige união, sendo o envolvimento de toda a sociedade extremamente importante para vencer a guerra contra o mosquito.

 

“Há mais de 20 anos já se discute ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, que à época era conhecido somente por transmitir a dengue. Neste período o mosquito se adaptou e passou a transmitir outras doenças e nós ainda continuamos sofrendo. Portanto o momento é de unirmos enforços e fazer a nossa parte para não deixar o mosquito vencer”, diz.

 

O que preocupa, segundo o prefeito, ainda é a falta de conscientização de boa parte da população e a insistência em não colaborar.

 

“Os levantamentos nos mostram que 80% dos focos do mosquito ainda são encontrados dentro das casas. Onde, infelizmente, muitas vezes nós não conseguimos alcançar. Mas o morador precisa ter a consciência e fazer a sua parte. Portanto, não basta somente o Poder Público agir, é preciso a colaboração de todos. Somando as forças com certeza nós teremos sucesso nesta missão e vamos impedir que mais vidas sejam ceifadas por doenças transmitidas por este mosquito”, reforça.

 

O secretário de Saúde José Mauro Filho destaca que uma outra dificuldade relatada pelos agentes de campo é a dificuldade de entrar em imóveis fechados, onde há uma grande concentração de focos. Mapeamento feito pela Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) identificou a existência de mais de 4 mil imóveis fechados somente na região central de Campo Grande.

 

“Isso nos chamou a atenção e foi o que nos fez buscarmos a parceria das demais secretarias o que culminou com essa megaoperação.  Hoje sabemos que aproximadamente 20% dos imóveis estão fechados ou existe recusa por parte do morador para que o agente possa fazer o seu trabalho e isso somente potencializa o problema”, disse.

 

Miriam aprovou a ação. (Foto: Denilson Secreta).

Miriam aprovou a ação. (Foto: Denilson Secreta).

Moradora do bairro Jardim Carioca há mais de 30 anos, a dona de casa Mirian de Souza Rolon, 62, é um exemplo e vítima da falta de consciência.

 

“Eu sempre mantive o meu quintal limpo, mas eu e o meu marido acabamos pegando dengue há uns quatro anos. Descobrimos que o vizinho estava com a casa tomada por lixo e cheio de criadouros do mosquito. Então, não adianta só a gente fazer a nossa parte. É preciso que todo mundo colabore”, disse.

 

Os trabalhos  na região Imbirussu devem durar  em torno de 10 dias e contemplarão a limpeza de terrenos públicos, transporte de materiais inservíveis descartados, alocação pontual e temporária dos descartes em locais previamente definidos, fiscalização e autuação de descartes irregulares, visita às casas pelos agentes de combate às endemias para detecção de focos, limpeza, orientação e conscientização da população sobre os riscos e consequências das doenças transmitidas pelo mosquito.

 

Paralelamente, a prefeitura se encarregará de fazer o trabalho de limpeza dos espaços públicos, incluindo praças e parques sob a sua administração.

 

Durante o período de ação, será realizada uma grande gincana que, conforme as regras a serem estabelecidas, premiará os moradores que mais contribuírem com a limpeza do bairro e região, envolvendo toda a comunidade e contribuindo assim de maneira efetiva na eliminação de potenciais criadouros do mosquito.

 

Pontos de descarte

 

Foram disponibilizados quatro pontos de transbordo para que os moradores da região possam fazer o descarte de materiais inservíveis de grande e pequeno volume, como geladeiras, televisores, sofás, camas, entre outros.

 

Área 01: Av. Amaro Castro Lima com Av. 2 – Nova Campo Grande (lateral E.M. Fauze Scaff Gattass Filho)
Área 02: Acesso Nice com R. Principal nr. 5 – Núcleo Industrial
Área 03: R. Itamirim e R. Antônio Pereira Veríssimo – Altos do Panamá
Área 04: Ecoponto Panamá – R Sagarana com Av. José Barbosa Rodrigues, Bairro Panamá

 

Mosquito Zero

 

A expectativa é de que até abril as sete regiões de Campo Grande tenham recebido uma ação semelhante, conforme cronograma pré-definido.

 

  • 1ª Semana – Imbirussu.
  • 2ª Semana –  Anhanduizinho.
  • 3ª Semana –  Bandeira.
  • 4ª Semana –  Prosa.
  • 5ª Semana – Lagoa.
  • 6ª Semana – Segredo.
  • 7ª Semana –  Centro.

 

Parcerias

 

As ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti deve contar com apoio de empresas, entidades e instituições públicas e privadas do Estado, que irão contribuir de forma estratégica nas ações de enfrentamento, conscientização e sensibilização da população, conforme plano de atuação a ser estabelecido por cada ente.  Na terça-feira (21), representantes destas instituições ser reuniram com o prefeito Marquinhos Trad para discutir as propostas de engajamento.

 

As instituições devem auxiliar,  sobretudo, na divulgação e propagação de informações sobre prevenção e os cuidados em geral para evitar a proliferação do Aedes aegypti, além da mobilização de seus colaboradores/servidores em ações de bloqueio pré-programadas, com supervisão e auxílio técnico da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau).

 

Ações

 

Desde agosto do ano passado, a Prefeitura tem intensificado as ações de enfrentamento ao mosquito, antecipando a chegada dos períodos críticos, de chuva e calor. As equipes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV) da Sesau tem realizado diariamente o trabalho de orientação e eliminação de criadouros do mosquito.

 

Além de inspeções em residências, é feita a vistoria em pontos estratégicos, áreas consideradas de maior risco de proliferação de mosquito e que exigem um trabalho específico, a exemplo de borracharias, oficinas mecânicas, pontos de recicláveis, construções, casas e construções abandonadas.

 

Recomendações

 

Durante as visitas, os profissionais de saúde orientam os munícipes a seguirem os cuidados necessários: nunca deixar ao ar livre qualquer recipiente propenso a acumular água, manter a limpeza de terrenos e quintais em dia, instalar telas nas janelas, colocar areia até a borda dos vasos de planta, manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo, acondicionar pneus em locais cobertos, limpar e trocar a água de bebedouros de animais, proteger ralos pouco usados com tela ou jogar água sanitária.

 

Infestação pelo Aedes

 

Conforme o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo o Aedes aegypti (LIRAa), sete áreas de Campo Grande foram classificadas com o risco de surto de doenças transmitidas pelo mosquito.

O número de áreas em alerta praticamente dobrou, em comparação com o último LiRaa divulgado em novembro do ano passado, passando de 22 para 42 áreas. Dezoito áreas permanecem com índices satisfatórios.

 

O índice mais alto foi detectado na área de abrangência da USF Iracy Coelho, com 8,6% de infestação. Isso significa que de 233 imóveis vistoriados, em 20 foram encontrados depósitos. A área da USF Azaleia aparece em segundo com 7,4% de infestação, seguido da USF Jardim Antártica, 5,2%, USF Alves Pereira, 4,8, USF Sírio Libanês, 4,4%, Jardim Noroeste, 4,2% e USF Maria Aparecida Pedrossian (MAPE), 4,0%.

 

Dados epidemiológicos

 

Segundo informação da Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica até o dia 21 de janeiro foram notificados 974 casos de dengue em Campo Grande. Um óbito, de um homem de 30 anos, já foi confirmado.

 

Além dessas, ainda foram registradas três notificações de Zika Vírus e uma de Chikungunya, que ainda estão passando por processo de avaliação laboratorial para confirmar ou não as suspeitas.

 

Durante todo o ano de 2019, foram registrados 39.417 casos notificados de dengue em Campo Grande, sendo 19.647 confirmados e oito óbitos.

 

Apesar dos números expressivos, impulsionados pela epidemia do último ano, o mês de dezembro fechou com aproximadamente 45% a menos de casos registrados no ano anterior.

Divulgada 2ª chamada para cursos técnicos integrados no Instituto Federal de MS

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) divulgou na terça-feira, 21, a segunda chamada do Exame de Seleção 2020, processo seletivo para ingresso nos cursos técnicos integrados ao ensino médio oferecidos pela instituição em dez municípios.

 

Os candidatos convocados devem realizar matrícula até sexta-feira (24), na Central de Relacionamento (Cerel) dos campi em que irão estudar, nos endereços e horários indicados na retificação do anexo IV do edital.

 

Menores de 18 anos devem estar acompanhados pelo responsável legal. É preciso apresentar os seguintes documentos:

  • requerimento de matrícula preenchido e assinado;

  • original e fotocópia do histórico escolar do ensino fundamental;

  • original e fotocópia de documento de identificação com foto;

  • original e fotocópia de documento que comprove estar em dia com o serviço militar (homens entre 19 e 45 anos);

  • comprovante de preenchimento do Questionário Socioeconômico;

  • uma foto 3×4 recente, impressa em papel fotográfico.

 

Beneficiários de ação afirmativa devem comprovar a condição e apresentar documentação adicional:

  • alunos de escola pública: comprovação pelo histórico escolar;

  • renda per capita de até um salário mínimo e meio: apresentação os documentos relacionados no anexo V do edital;

  • pessoas com deficiência: apresentação do laudo médico.

 

A matrícula pode ser feita por terceiro por meio de procuração específica, assinada pelo candidato ou pelo responsável legal. O candidato que não fizer a matrícula no prazo perde o direito à vaga.

 

Vagas

 

Foram ofertadas 1.440 vagas para os cursos técnicos em Agricultura, Agropecuária, Alimentos, Aquicultura, Desenvolvimento de Sistemas, Edificações, Eletrotécnica, Informática, Informática para Internet, Mecânica e Metalurgia.

 

Nesta edição do Exame de Seleção, foram registrados 4.083 inscritos. O curso mais concorrido foi o técnico em Informática vespertino oferecido em Campo Grande, com 10,40 candidatos por vaga.

 

No ensino técnico integrado, o estudante cursa as disciplinas básicas do ensino médio de forma articulada às da formação técnica. Ao final do curso, o concluinte pode tanto ingressar no ensino superior quanto no mundo do trabalho.

 

Caso ainda restem vagas remanescentes nos cursos após o período de matrícula, a terceira chamada deve ser divulgada no dia 27 de janeiro. Os candidatos devem acompanhar as convocações por meio da Central de Seleção do IFMS.

 

As aulas têm início em fevereiro, conforme o calendário acadêmico de cada campus.

 

Locais e horários para matrícula

Campus Endereço Horário
Aquidauana Rua José Tadao Arima, 222, Vila Ycaraí 8h às 20h
Campo Grande Rua Taquari, 831, Bairro Santo Antônio 9h às 11h
14h às 16h
18h às 20h
Corumbá Rua Pedro de Medeiros, s/nº, Bairro Popular Velha 7h30 às 21h30
Coxim Rua Salime Tanure, s/nº, Bairro Santa Tereza 8h às 11h
14h às 17h
18h às 20h
Dourados Rua Filinto Müller, 1.790, Jardim Canaã I 8h às 20h
Jardim Rodovia BR 060, s/nº (saída para Bela Vista) 9h às 12h
14h às 19h
Naviraí Centro de Educação Profissional Senador Ramez Tebet
Rua Hilda, s/nº, Bairro Boa Vista
8h às 20h
Nova Andradina Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Av. Reitor Peró, 64, Jardim Universitário
8h às 12h
14h às 18h
Ponta Porã Rodovia BR 463, Km 14, s/nº 9h às 11h
14h às 16h
19h às 21h
Três Lagoas Rua Ângelo Melão, nº 790, Jardim das Paineiras 9h às 11h
14h às 16h
18h às 20h

PMA e Polícia Civil prendem e autuam mulher em R$ 6 mil por maus-tratos

Depois de diversas denúncias de protetores e outras pessoas, versando sobre maus tratos a cachorros em uma residência na Vila Alba, Policiais Militares Ambientais de Campo Grande foram ao local, na terça-feira (21) à tarde. Em frente à residência estavam Policiais Civis da Delegacia de Meio Ambiente e Turismo (DECAT), que tinham recebido a mesma denúncia.

 

Depois de avaliação de risco de morte aos animais, pois os bichos estavam extremamente debilitados e não se avistava alimento e água, e como havia placa de venda da residência, que parecia abandonada, optou-se por entrar e resgatar os cães. Com o acesso aos cachorros, percebeu-se que eles estavam cheios de carrapatos, um praticamente não conseguia andar, devido a desnutrição, outro estava cego e todos já aparentavam sinais de doenças, devido a situação de penúria.

 

No local havia muitas fezes espalhadas cujos os odores ultrapassavam os limites da residência. Não havia alimento nas vasilhas e os cachorros comiam goiabas que caiam de uma planta no local. Nos muros e em vários locais em que estavam os bichos havia carrapatos cheios de sangue, que passavam também aos muros dos vizinhos.

 

Carrapatos que caiam dos cachorros.

 

A perícia foi chamada ao local. No momento em que se fazia o resgate dos cães, a proprietária da residência chegou e ainda desacatou os Policiais. A mulher, de 39 anos, recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia de Crimes Ambientais (DECAT), onde foi autuada por maus-tratos a animais, com pena de três meses a um ano de detenção. A infratora também foi autuada administrativamente pela PMA e multada em R$ 6.000,00. Os cães foram entregues aos cuidados de uma médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).

Juíza de Campo Grande comandará a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar

Publicada no Diário da Justiça desta quarta-feira (22), a designação da juíza Helena Alice Machado Coelho para responder, a partir do dia 27, pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar.

 

 

Titular da 1ª Vara da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Capital, desde fevereiro de 2019, Helena atuava como Magistrada Colaboradora da Coordenadoria, participando ativamente de eventos, debates e discussões que envolvem propostas de combate a todo tipo de violência contra a mulher.

 

Helena Alice Machado Coelho nasceu no Rio de Janeiro e ingressou na magistratura em dezembro de 2004, na 1ª circunscrição. Em abril de 2006, foi promovida para Porto Murtinho e, em setembro de 2009, foi novamente promovida para a comarca de Coxim, onde assumiu a 2ª Vara onde permaneceu até janeiro de 2019, quando foi promovida para a entrância especial, mudando-se para Campo Grande.

 

 

Como foi ser convidada para responder pela Coordenadoria? Quais são os planos para sua gestão? Está preparada para as novas responsabilidades que vêm com o cargo? Questionada, a magistrada preferiu ser sucinta, já que pretende reunir-se com a equipe para traçar planos e metas, antes de especificar detalhes das propostas a serem desenvolvidas.

 

“Para mim, foi uma honra muito grande ser convidada para a Coordenadoria. Estou muito feliz e cheia de planos. Acredito que o maior desafio será manter o TJMS na vanguarda, como referência nacional, quando pensamos em combate à violência de gênero”, disse ela.

 

A juíza foi diretora do Foro mais de uma vez em Coxim. Recebeu o título de Cidadã Coxinense. Integrou a administração da AMAMSUL, biênio 2013/2014. Foi palestrante no I Fórum de Igualdade de Gênero nas Instituições, edição 2019. Integra o Comitê de Gênero, Raça e Diversidade do Poder Judiciário de MS e faz parte da administração da AMB, empossada em dezembro de 2019, para o próximo triênio.

 

Em 35 hectares, Sesc Balneário inicia atividades e é o novo atrativo de águas cristalinas no município de Bonito

O Sesc Balneário iniciou as atividades em Bonito, a 296 quilômetros de Campo Grande. Em 35 hectares, a área conta com espaço gourmet que oferece almoço e lanches com culinária típica da região, redário, duas piscinas naturais e trilha pela mata ciliar.

 

O balneário está localizado 11 quilômetros do hotel Sesc Bonito e o funcionamento é de quarta a domingo, das 09h às 17h, com valor de day use a R$40 em baixa temporada. Hóspedes do Sesc Bonito têm acesso ao balneário sem custo. Crianças até 10 anos não pagam.

 

Para a diretora regional do Sesc, a paisagem surpreende com encontro do Rio Anhumas com Juti, onde começa o Formosinho. Há piscinas naturais e uma pequena queda d’água. O local é ideal para banho, stand up paddle e mergulho.

 

“O Sesc foi para Bonito na expectativa de atrair turistas para a cidade principalmente o nosso público que trabalha no comércio. O município é um destino que muitas pessoas desejam conhecer e o nosso desejo era proporcionar ainda mais acesso a esse público, possibilitando o contato com a natureza e as belas águas cristalinas da região, e principalmente, por um preço acessível”, explica a diretora regional, Regina Ferro.

 

O Sesc Balneário fica na Estrada Córrego Bonito 09 Km, antigo Balneário Monte Cristo. Informações pelo telefone (67) 3255-1700.

Mais moderno e ágil, começou a funcionar o novo sistema de Licenciamento Ambiental

As autorizações ambientais e portarias de outorgas passarão a receber assinatura digital desde ontem (21.01), com a conclusão do processo de modernização do sistema de Licenciamento Ambiental do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), o órgão ambiental do Estado vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro).

 

A medida vai permitir que o cidadão requerente possa imprimir o documento do lugar em que esteja, não sendo mais necessário que vá até a sede do Imasul para retirar sua licença. A assinatura digital será usada em todas as autorizações ambientais ligadas a recursos florestais, bem como autorizações e portarias de outorgas de recursos hídricos. Essas duas áreas já estão com processos digitais desde o início até o final da tramitação. Restava apenas a implantação da assinatura digital para completar o procedimento. “O cidadão entra com o pedido de licença pelo site, junta a documentação necessária tudo on-line, a análise é feita on-line e sendo autorizada, a licença é impressa para ser assinada e entregue ao solicitante”, explica o diretor do Imasul, André Borges.

 

A partir da implantação da assinatura digital, esse processo se torna totalmente on-line. O diretor acessa o token de seu computador, com senha exclusiva, assina a licença que fica disponível no processo do cidadão para ser impressa de qualquer lugar do planeta. E a assinatura digital poderá ser confirmada sempre que for necessário por meio de um portal que estará disponível também a partir desta terça-feira.

 

“Esse procedimento consolida todo o processo de licenciamento ambiental on-line dos setores de Recursos Florestais e Recursos Hídricos. O Imasul sai na frente, novamente, com medidas que dão agilidade, modernidade e, sobretudo, segurança ao investidor. Isso tudo sem comprometer os cuidados necessários de análise de cada projeto para que estejam adequados às exigências ambientais. Ganha o Estado, ganham os servidores do Imasul, mas sobretudo ganha o cidadão”, avaliou o secretário da Semagro, Jaime Verruck.

 

O setor de Recursos Florestais já opera com a plataforma de Licenciamento Florestal Digital (e-Florestal) desde junho do ano passado. O módulo é parte integrante do SIRIEMA (Sistema Imasul de Registros e Informações Estratégicas de Meio Ambiente) e possibilita o procedimento digital de licenciamento ambiental relativo às operações florestais, como os projetos de conversão de áreas para uso alternativo do solo (supressão vegetal), nos projetos de queima controlada ou de carvoejamento, dentre outros.

 

Outra funcionalidade do novo sistema é encurtar o prazo para a sua conclusão, tendo em vista que os processos solicitados estão menos suscetíveis a intercorrências que travam sua tramitação, como ocorre quando da existência de pendências técnicas ou documentais. O e-Florestal já está sendo implantado em outras unidades da Federação, por meio de parcerias com o Imasul.

 

A intenção – segundo André Borges – é de que, ainda neste ano, todos os processos de licenciamento ambiental de outras áreas passem a tramitar on-line.