Procon de Três Lagoas realiza pesquisa de Produtos da Agricultura Familiar em sete supermercados

Sete Supermercados de Três Lagoas tiveram o valor de seus produtos de Gênero Alimentício da Agricultura Familiar avaliados pelo Procon de Três Lagoas.

 

A pesquisa foi feita de 04 a 05 de novembro pelos agentes do órgão que encontraram variações de preços em alguns alimentos. A discrepância nos valores apresentados chama a atenção. A bandeja do tomate cereja, por exemplo, podia ser encontrado a R$ 0,39 em um estabelecimento e R$ 25,95 em outro.

 

Produtos como a couve-flor (encontrada a R$ 9,95 em um estabelecimento e R$ 2,99 em outro); abacaxi (7,95 em um e 2,99 em outro) e banana maçã (6,99 em um supermercado e 2,99 em outro) são exemplos das variações encontradas na pesquisa.

 

Dos produtos pesquisados o que apresentou o menor valor foi o pepino vendido a R$ 0,69 em um mercado e R$ 3,99 em outro. O pêssego e o Pimentão vieram atrás do Tomate cereja considerando o fator de produtos mais caros da lista. O pimentão pode ser encontrado a R$ 18,95, seguido do pêssego a R$ 16,19.

 

As pesquisas tem o intuito de auxiliar o consumidor a economizar.

 

Clique AQUI para ter acesso ao documento contendo nome da empresa e valores dos produtos.

Universidade Estadual de MS: Programa de Extensão publica livro cujo tema são os direitos das mulheres indígenas

O livro Kunha Remopu’a organizado pelas professoras Célia Maria Foster Silvestre, Veronice Lovato Rossato e Lauriene Seraguza é o resultado de um conjunto de ações desenvolvidas pelo Programa de Extensão “Ojapo Tape Oguata Hina: se faz caminho ao andar” da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems), unidade de Amambai. O projeto foi desenvolvido com recursos do convênio PROEXT/MEC/UEMS 2015.

 

Foram impressos 2.500 exemplares que serão distribuídos nas escolas indígenas no início do próximo ano letivo. Parte dos exemplares foi entregue e ficará à disposição para a comunidade universitária nas bibliotecas das 15 unidades da Uems e também na biblioteca da UFGD – Universidade Federal da Grande Dourados.

 

 

O programa contou com a contribuição de muitas pessoas vinculadas a várias instituições e coletivos, como: UFGD, representantes da Kuñangue Aty Guasu (movimento de mulheres kaiowá e guarani) e representantes do Movimento de Professores Guarani e Kaiowá, Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres do Município de Amambai.

 

A concepção do Programa de Extensão foi em 2013, motivada pela existência de uma linha de financiamento para ações de extensão na Universidade, edital PROEXT/MEC. O objetivo principal era obter recursos para ações desenvolvidas com estudantes kaiowá e guarani na universidade e nas aldeias, promovendo um conjunto de ações voltadas para as temáticas de gênero, direitos e superação das violências contra as mulheres.

 

A professora Célia organizou a obra no período de junho a outubro de 2019, estando em Coimbra, Portugal, onde se encontra desde junho realizando estágio pós-doutoral, junto ao Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra. O estágio pós-doutoral da professora é supervisionado pelo Prof. Dr. Boaventura de Sousa Santos e tem o objetivo de aproximar a percepção e experiências de luta por direitos dos Kaiowá e Guarani das Epistemologias do Sul, área teórica desse sociólogo reconhecido mundialmente.

 

Desenvolvimento da obra

 

Livro capa e contra capa

 

Segundo a professora Célia, quando o projeto começou a ser elaborado a discussão a respeito da violência contra as mulheres indígenas ainda tinha pouca repercussão.

 

“ Ganhava ressonância a discussão a respeito da demarcação de terras, vista como um direito primordial, ou seja, como um direito a partir do qual os demais acontecem. As mulheres, nos últimos anos, juntaram suas vozes para reivindicar o direito aos seus territórios, mas também denunciam as violências de vários tipos que sofrem, dentro e fora dos territórios”, explica.

 

A Kuñangue Aty Guasu, grande assembleia de mulheres kaiowá e guarani, tem se dedicado a esse tema como uma das grandes pautas que fazem parte de suas preocupações.

 

 

Os textos presentes no livro foram construídos a partir de reflexões e depoimentos produzidos pelas mulheres kaiowá e guarani e por mulheres não indígenas que com elas convivem. E também a partir de conversas gravadas durante as Kuñangue Aty Guasu de 2017 e 2018.

 

A professora Célia ressalta também que uma das características da atuação política das mulheres kaiowá e guarani é que elas falam em termos de coletivo, para além do individual. “As pautas delas dizem respeito a todo o contexto político que envolve o povo, o contexto histórico de expropriação e passam pela temática da educação, da saúde, do território, do ambiente, da formação dos jovens, pela violência que vem de fora e aquela que está dentro, também. Os direitos humanos das mulheres estão relacionados ao todo da vida humana”, esclarece.

 

Um dos depoimentos presente no livro é o da Janete Alegre, liderança kaiowá e guarani, que explica o que é ser mulher kaiowá e guarani.

 

 

“ Ser mulher Kaiowá e Guarani é ser tudo. A gente abrange tudo. Não tem como ser uma parte, só. Ela, a mulher, resiste, sofre; ela passa por vários processos. É como se fosse a terra, a natureza. Eu me identifico assim: como os rios que hoje estão se poluindo e da mesma forma como se fosse meu corpo, as veias do meu corpo. E ao mesmo tempo, a natureza. O desmatamento… muitas ervas estão desparecendo, estão morrendo. Eu sou tudo. Eu não posso falar o que sou…. Eu sou a mãe. O que estão fazendo com a constituição e o agravamento das condições do planeta está me ressecando, está me matando. Está matando a vida que eu estou querendo construir. Ao mesmo tempo, ser mulher … eu sou a terra. A terra é uma coisa que você rega, que você cuida. Eu preciso de saúde. E como a terra está se ressecando, me identifico com ela. Estou me ressecando, não tenho mais nutrientes. Estou praticamente sem vida. Estou vivendo por viver. Não sei mais o que fazer. Por isso a gente resiste, apesar de tudo, com as rezas, com as orações. Algo que ninguém mais vê, mas que é algo profundo”, finaliza. (Texto com informações da Professora Célia)

 

Sobre as professoras:

 

  • Célia Maria Foster Silvestre: Docente da UEMS, atuando na Licenciatura em Ciências Sociais e na Pós-Graduação, coordenadora do Programa de Extensão até o início de 2019, atualmente em estágio pós-doutoral no Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal.

  • Veronice Lovato Rossato: Professora de Ensino Fundamental e Médio, alfabetizadora, bacharel em Comunicação Social/ jornalismo; especialista em jornalismo; licenciatura plena em Redação e Expressão/Língua Portuguesa; mestrado em Educação. Atua na docência da Educação Básica e, principalmente, com formação de professores indígenas. Também assessorou organizações indígenas, particularmente, o Movimento de Professores Guarani e Kaiowá de Mato Grosso do Sul. Assessora a elaboração e edição de materiais indígenas em língua guarani, produzidos por professores destas etnias.

  • Lauriene Seraguza: Antropóloga, doutoranda em Antropologia (USP).  É pesquisadora vinculada ao Grupo de Pesquisa Etnologia e História Indígena (UFGD), Centro de Estudos Ameríndios (USP) e bolsista FAPESP.

 

Fonte: Uems

Em Dourados, Secretaria Municipal de Educação encerra na terça-feira curso de Libras para familiares de alunos surdos

O curso de Libras (linguagem dos sinais) para familiares de alunos das escolas da Rede Municipal de Ensino de Dourados encerra-se na próxima terça-feira, às 19h, na Escola Izabel Muzzi.

 

Realizado pelo Núcleo de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, o curso começou em maio deste ano com uma carga horária de 60 horas aulas.

 

O coordenador do curso, professor Aurélio da Silva Alencar afirmou que o curso nasceu de uma necessidade verificada na Rede Municipal, que possui hoje 30 alunos surdos matriculados e que faltava apenas oferecer o curso para os familiares destas crianças.

 

Conforme Aurélio, todos estes alunos contam com um intérprete de Libras em sala de aula, além de atendimento educacional especializado no contraturno.

 

Libras é a forma de comunicação e expressão em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

 

 

 

Aurélio afirmou que a Língua de Sinais deve ser oferecida à criança surda o mais cedo possível, já que se trata de sua língua de comunicação, e é por meio dela que a criança surda poderá interagir e socializar-se com seus pares, como intérpretes de Libras, surdos adultos, outros alunos surdos.

As crianças surdas, filhas de pais surdos, têm sua comunicação mediada pela Língua de Sinais em todos os momentos de interação, porém, o mesmo não acontece com as crianças surdas filhas de pais ouvintes. Quando chegam à escola estas têm que aprender ao mesmo tempo a Língua de Sinais e a Língua Portuguesa. Porém, com a fluência da Libras, a criança surda poderá ter acesso ao currículo da mesma forma que os alunos ouvintes.

Os familiares por sua vez, ao aprenderem a Língua de Sinais, terão a oportunidade de “conversar” com seus filhos surdos na língua deles, a Língua de Sinais, então poderão comunicar-se na língua natural do filho, não só na parte escolar, mas também em todas as situações familiares.

Escola Estadual Lúcia Martins Coelho que conta a história de gerações passa pela sua primeira reforma em quase 50 anos

Em quase 50 anos de existência, a Escola Estadual Lucia Martins Coelho passa pela sua primeira grande reforma. Fundada em 1971, a instituição tem grande importância na história de Mato Grosso do Sul, e para as centenas de gerações que já passaram pela unidade de ensino.

 

Durante vistoria as obras, o secretário especial do Governo do Estado, Carlos Alberto de Assis destacou a qualidade do ensino no Estado e os investimentos aplicados na modernização das escolas da rede estadual. “Quando um governo investe em educação, ele avança não só na parte estrutural, mas em tudo que a instituição representa para as gerações que já passaram por lá, e as que ainda irão passar. Reformar a Escola Lucia Martins Coelho é preservar a história da nossa Capital”, pontuou.

 

Ao todo estão sendo investidos R$ 2,922 milhões, sendo R$ 2,133 milhões de recursos próprios do Governo do Estado, e R$ 789 mil do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Além da estrutura para acessibilidade, o local irá receber projeto de segurança contra incêndio e pânico, impermeabilização, instalação elétrica e hidráulica, reforma do auditório, troca de piso e pintura geral. A reforma moderniza a escola, mas mantém a estrutura da unidade que é protegida pela Zona Especial de Interesse Cultural do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA).

 

Histórias

 

Neta de Lucia Martins Coelho, a artista plástica Lucia Martins Coelho Barbosa, a Lucinha, carrega o mesmo nome da avó, e relata com muito orgulho o carinho que nutre pelo local, palco de tantas histórias, e que para ela traz a memória afetiva da matriarca da família. “Minha avó era uma mulher apaixonada pela educação. Aprendeu a ler e escrever com o marido, e foi uma das maiores incentivadoras do estudo para os filhos e netos. Na época, mantinha uma escola na fazenda para alfabetizar as crianças que moravam lá”. Recentemente ela lançou o livro “Lucinha e sua vó Lúcia”, com as histórias que ouvia na infância, e alguns exemplares foram entregues para a direção da escola.

 

Lucinha com o livro lançado este ano com as histórias que ouvia da avó, que dá nome a escola. Foto: Arquivo pessoal

 

Entre os incontáveis alunos que estudaram na unidade, o servidor público e jornalista Joel Silva, relata que o fato da escola estar no meio do trajeto que faz até o trabalho, traz a cada dia uma memória diferente. As lembranças se relacionam a professores que influenciavam no caráter dos alunos, a colegas que se tornaram amigos, da quadra de esportes onde foi “goleiro de interclasse”, e até da casa do ex-prefeito Lúdio Coelho, que morava em frente à escola. “Lembro dele descendo a pé para a prefeitura”, recorda.

 

“Fiquei muito feliz quando vi a reforma que o Governo do Estado tem feito, principalmente por ser a primeira reforma estrutural, de estrutura mesmo, não só maquiagem de pintar só, é uma reforma estrutural na quadra, no todo da escola. Ver resgatada essa escola será muito legal, estou ansioso para ver como é que vai ficar”, afirma.

 

Referência

 

Tradicional e histórica, a EE Lúcia Martins Coelho, que fica na rua Bahia, entre a rua da Paz e Euclides da Cunha no Jardim dos Estados, oferta desde 2017 o Ensino Médio em Tempo Integral e faz parte do Programa Escola da Autoria, com cerca de 470 estudantes matriculados em 2019, para turmas de 1º, 2º e 3º ano.

 

O trabalho desenvolvido na unidade de ensino, rendeu nota de 5,4 no último resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que tinha a média 3,6 como referência para avaliar a Rede Estadual no Ensino Médio.

 

 

Governador Reinaldo Azambuja libera recursos para construção de pista de caminhadas em Aral Moreira

O governador Reinaldo Azambuja liberou na sexta-feira (8) R$ 87,4 mil do orçamento da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte) para construção de uma pista de caminhada no distrito de Vila Marques, em Aral Moreira. Cerca de mil moradores da região serão beneficiados pela obra.

 

“É uma ação importante que visa dar lazer e saúde para o distrito. É mais um acordo cumprido”, afirmou o governador. Já o prefeito Alexandrino Arévalo Garcia destacou que as obras devem iniciar nas próximas semanas e a pista deve estar disponível para a população em cerca de três meses, “toda iluminada e estruturada”.

 

Diretor-presidente da Fundesporte, Marcelo Miranda explicou que os recursos serão transferidos do Fundo de Investimentos Esportivos (FIE-MS) para a Prefeitura de Aral Moreira, que vai executar a construção da pista. Além dos R$ 87,4 mil dos cofres estaduais, serão aplicados R$ 9,1 mil de contrapartida municipal, totalizando R$ 97,3 mil de investimentos.

 

Também estiveram presentes no encontro em que os recursos foram liberados o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Corrêa; os secretários especiais do Governo do Estado, Sérgio de Paula e Dirceu Lanzarini; e a vereadora de Aral Moreira, Professora Verinha.

 

“Empatia” reforça primeira dama Fátima Azambuja sobre campanha de natal para arrecadar brinquedos

Madrinha da campanha de natal dos servidores públicos estaduais, “Divida a Brincadeira”, a primeira dama do Estado, Fátima Azambuja reforça princípios como empatia, amor, respeito e solidariedade ao falar da iniciativa que está na 5° edição e já contabiliza mais de 38 mil brinquedos e 80 instituições beneficiadas.

 

“Às vezes as pessoas até perguntam, mas por que campanha? Que bom seria se a gente não precisasse, se as coisas acontecessem naturalmente, mas até que isso não seja assim, a gente precisa dessas campanhas que são importantes, porque é através delas que a gente consegue olhar ao nosso lado e ver as necessidades do nosso próximo”, pontua.

 

O envolvimento dos servidores estaduais na realização das ações sociais promovidas pelo Governo do Estado é fundamental no processo de fortalecimento e disseminação desses valores não só no serviço público, mas em toda a sociedade, afirma. “Todos os anos a gente tem um esforço muito grande dos servidores. Seja na campanha do agasalho, de saúde, ou de brinquedos. O mais bacana é que toda a sociedade acaba participando. Temos vários parceiros que todo ano nos ajudam, e também entendem a importância da entrega de um brinquedo para uma criança que às vezes passa em branco o natal”.

 

Recordando entregas das quais participou em edições anteriores da campanha, a primeira dama do Estado reflete sobre a realidade de muitas famílias, mas também da importância de preservar essa magia nas crianças de comunidades carentes. “Às vezes a criança até acredita no Papai Noel. Mas como as vezes esse presente não chega devido a realidade das famílias, ela acaba desacreditando”.

 

Com muitas caixas de coleta já espalhadas pela cidade, Fátima reforça o convite para a iniciativa da qual é madrinha, mas que depende da mobilização de todos para que o objetivo seja alcançado. “É de fundamental importância as pessoas aderirem, e compartilharem conosco esse carinho da entrega, esse gesto que aquece o coração de quem doa, e também dessas crianças”, finaliza.

 

Lançamento

 

Crianças, música, teatro, poesia, presentes, e a presença do Papai Noel trouxeram um pouco da magia do natal para o lançamento da campanha Divida a Brincadeira na última quinta-feira (7.11) na Governadoria.

 

Mas para que a ação fique completa, e atinja o objetivo de transformar um simples gesto, na alegria de uma criança, as caixas de coleta nas secretarias estaduais, fundações e autarquias precisam ficar cheias até o dia 10 de dezembro, data de encerramento da ação.

 

Idealizadores da ação que está na 5° edição

“Em quatro anos conseguimos transformar mais de 38 mil brinquedos em sorrisos. Isso não tem preço! E mais uma vez contamos com a doação dos nossos servidores e de toda a sociedade. Não vamos lançar meta, mas queremos que reflitam quantos sorrisos cabem no seu coração?”, declarou o secretário especial do Governo do Estado e idealizador da ação ao lado da primeira dama, Carlos Alberto de Assis.

 

Vereador Delegado Wellington cobra do prefeito Marquinhos 193 melhorias para atender 32 bairros de Campo Grande

Durante sessões ordinárias desta semana, o vereador Delegado Wellington (PSDB) cobrou do poder públicos 193 melhorias para 32 bairros e parcelamentos de Campo Grande. Foram 85 solicitações na sessão de terça-feira e outras 108 na sessão de quinta-feira, todas colhidas através do seu Gabinete Itinerante.

 

Foram colhidas reinvindicações de morados nos bairros: Santa Luzia, Jóquei Clube, Jardim Talismã, Marcos Roberto, Tiradentes, Aero Rancho, Vila Nasser, Coophatralho, Jardim Monte Alegre, Jardim Presidente, Jardim Santa Emília, Monte Castelo, Morada Verde, Parque do Sol, Jardim São Conrado, Moreninhas, Parque Isabel Garden, Santo Antônio, Serra Bodoquena, Vila Albuquerque , Vila Sobrinho, Centro, Centro Oeste, Cohafama, Conjunto Habitacional Nascente Segredo, Coophavilla II, Coronel Antonino, Jardim Campo Nobre, Jardim das Hortências , Jardim Nhanhá, Jardim Tijuca e União.

 

“As reivindicações dos moradores são parecidas e muitas vezes fácies de serem resolvidas, como uma troca de lâmpada, um buraco na rua que pode causar acidente, um bueiro sem tampa. Visitamos o local e depois apresentamos nas as indicações ao Executivo durante as sessões ordinária”, destaca Delegado Wellington.

 

 

Entre as principais solicitações dos moradores estão serviços de tapa-buraco, sinalização de trânsito, troca de lâmpadas, manutenção de praças e ruas, encascalhamento, reforço nas rondas policiais entre outros.

Repasses do Governo do Estado para a Santa Casa de Campo Grande neste ano totalizam R$ 31,8 milhões

O Governo do Estado efetuou, na quarta-feira (6.11), repasses que somam R$ 5.130.000,00 para a Santa Casa de Campo Grande. Os recursos foram depositados no Fundo Municipal de Saúde, possibilitando ao Município fazer a transferência financeira à instituição hospitalar. Com isso, as transferências dos cofres estaduais para a unidade mantida pela Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), desde janeiro último, somam R$ 31.828.093,21.

 

Segundo Geraldo Resende, secretário de Estado de Saúde, houve atraso de poucos dias no repasse estadual à Santa Casa de Campo Grande devido ao fluxo de caixa dos cofres estaduais. “É uma determinação do governador Reinaldo Azambuja que façamos todos os esforços para manter a regularidade dos repasses e isso tem sido feito”, salienta.

 

“Conforme as pactuações feitas entre a Santa Casa, o Município, o Estado e a União, estamos colocando em dia a nossa parcela de responsabilidade. Esperamos que a instituição, que exerce um papel de fundamental importância para a saúde da Capital e do Estado, possa continuar oferecendo serviços de qualidade à população”, salienta Geraldo Resende.

 

Regionalização

 

Colocar em dia os repasses aos municípios e instituições hospitalares, diz o secretário Geraldo Resende, faz parte de uma estratégia que envolve hospitais de todo o Estado. “Queremos oferecer todas as condições para que essas instituições mantenham a normalidade dos serviços prestados à população. Para tanto, precisam pagar em dia também os fornecedores e salários de profissionais como médicos, enfermeiros e outros”, afirmou o secretário.

 

O Governo do Estado também trabalha na vertente da regionalização, cujo propósito é definir as competências das unidades hospitalares em todas as regiões do Estado, a fim de que os cidadãos possam ser atendidos o mais próximo possível de suas residências. Desta forma, será possível diminuir as filas de procedimentos como consultas, cirurgias e exames.

Agepan encaminha ações de regularização de transportadores de turismo em carro de passeio em Bonito

A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos (Agepan) recebeu na quarta-feira (6) representantes da Prefeitura e da Câmara Municipal de Bonito e de transportadores de turismo para dar andamento às definições de regularização da atuação de pequenas empresas do segmento no município. Com a participação da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, as discussões avançaram para um modelo em que a prestação do serviço aconteça sem onerar demais os transportadores, ao mesmo tempo em que não contrarie a regulamentação legal do transporte rodoviário estadual e as normas nacionais vigentes para o setor turístico.

 

Diversas empresas de transporte de pequeno porte que trabalham com carro de passeio são registradas pela Prefeitura, mas realizam também viagens intermunicipais, em geral entre Campo Grande e Bonito para o transfer de turistas que chegam ou saem do Estado, o que requer seguir os procedimentos reguladores da Agepan. Desde julho de 2019, a Agência aprimorou a norma sobre os tipos de veículos autorizados no transporte turístico entre municípios, permitindo às empresas locadoras de veículos com motorista e às agências de turismo com frota própria utilizar automóvel de passeio.  Essa portaria já contempla os transportadores de Bonito quanto à legalidade do uso do carro de pequeno porte.

 

Outras demandas do setor começaram a ser discutidas desde então, ficando definidas na reunião desta semana quais normas podem ser flexibilizadas e as providências que cada entidade deverá adotar.

 

Cadastro

 

O principal avanço é facilitar o processo cadastral. A Agepan avaliou que pode aproveitar todo o sistema de cadastro já implantado pela própria Prefeitura de Bonito. Com o compartilhamento dos dados, desde que o prestador de serviço comprove estar totalmente regularizado dentro das normas municipais, inclusive quanto às vistorias, esse cadastro será compartilhado e aceito pela Agência. Isso reduz trâmite de documentação e custos para os operadores.

 

Placa

 

Diferente do serviço que é definido pelo Cadastur (sistema de cadastro de pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor de turismo) como “locação”, o que é praticado em Bonito pelos pequenos operadores utilizando carro de passeio se caracteriza como “serviço de transporte turístico”, cujas exigências incluem a placa comercial (vermelha) no veículo, conforme esclareceu a equipe da Fundtur. Essa exigência, portanto, não pode ser alterada. Para apoiar a adequação dos operadores, a Fundação irá fazer gestão junto ao Executivo para avaliar a possibilidade de reduzir o custo com a mudança de placa.

 

Fiscalização

 

Essencial para o funcionamento do sistema e a garantia dos direitos de usuários e prestadores legalizados, a fiscalização não deixará de ser feita. A Agepan irá, no entanto, adotar um período de transição, durante os meses de novembro e dezembro de 2019, não efetuando autuações enquanto os operadores se adequam ao regulamento.

 

Licença

 

No período de transição, não será exigida a Autorização (ou Licença de Viagem Eventual – Turística) para aqueles que estiverem se deslocando entre Bonito e outras cidades, como o embarque de passageiros no aeroporto da Capital. A emissão de licença já é flexível, não sendo necessária para o transportador que leva o turista entre a área urbana de Bonito e atrativos da região polo, mesmo que localizados nos limites de outro município. Provisoriamente, a licença não será exigida mesmo para as viagens maiores, como as de ida e/ou volta a Campo Grande, para esses operadores especificamente.

 

Na abertura da reunião, o diretor-presidente da Agepan, Youssif Domingos, destacou o interesse da Agência em ajudar o setor, essencial na economia da região e do Estado. “Temos total interesse na regularização, pois a informalidade não é boa para ninguém”, destacou.  Presentes à reunião, o secretário de Turismo, Augusto Marino, e a presidente da Câmara de Vereadores, Luísa Aparecida de Lima, disseram acreditar que o modelo de controle integrado a que a Agência e Prefeitura estão se dispondo pode fazer de Bonito um modelo para outras regiões turísticas do Brasil.

 

O diretor de Transportes da Agepan, Ayrton Rodrigues, lembrou que a Agência já assegurou a todos os transportadores turísticos de Bonito o diferencial de poder emitir licença para viagem em circuito aberto (e não ida e volta, como é a regra geral desse tipo de fretamento), por reconhecer o diferencial da região. “Sabemos das características próprias do turismo de Bonito, em que o viajante chega de avião, depois utiliza o modal terrestre, e nem sempre o mesmo grupo ou pessoas chegam e partem juntos”, ressaltou. “Mais uma vez reconhecendo essa especificidade, iremos flexibilizar as condições e o tempo para os transportadores se regularizarem, desde que estejam já devidamente regulares no sistema municipal”, informou. “Queremos ressaltar que as regras são importantes e que a fiscalização é essencial e é parceira dos operadores legalizados”, finalizou.

 

A reunião teve as participações de profissionais motoristas e proprietários de pequenas empresas transportadoras e também do representante da Associação Bonitense das Empresas de Transportes Turísticos e Locadoras e membro do Conselho Municipal de Turismo, Claucir Vanzella.