PMA e Marinha orientam ribeirinhos sobre os riscos dos incêndios e três são autuados por atearem fogo em vegetação

Policiais Militares Ambientais de Corumbá têm realizado trabalhos preventivos aos incêndios, primeiramente com orientações especialmente aos ribeirinhos, mas também, têm realizado rondas repressivas à noite, quando tem mais frequentemente sendo iniciados os focos e vários deles partindo de áreas próximas as áreas urbanas. A PMA também tem combatido os incêndios urbanos, tanto para minimizar o problema para a população, mas também para evitar que pequenos focos possam se transformar em grandes incêndios.

 

Durante os trabalhos na quinta-feira (30) em conjunto com a Marinha do Brasil, vários ribeirinhos foram orientados sobre os problemas dos incêndios, tanto para a natureza como para a saúde, mas também sobre as punibilidades previstas em Lei. Mesmo assim, três pessoas foram flagradas quando iniciavam incêndios nas proximidades do rio Paraguai.

 

O primeiro flagrante deu-se na região próxima à captação de água para uso na cidade, no rio Paraguai, quando uma mulher foi flagrada provocando incêndio em uma plantação de mandioca. A equipe ajudou na extinção do incêndio e a infratora (33), residente em Corumbá, foi autuada administrativamente e foi multada em R$ 1.000,00.

 

Na mesma área, logo em seguida, as equipes avistaram fumaça e quando chegaram ao local, um homem de 60 anos, ateava fogo na vegetação restante de uma limpeza, para realizar plantio de lavoura de mandioca. O infrator, residente em Corumbá, foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 1.000,00.

 

Área incendiada para plantio de mandioca.

 

Já no perímetro urbano, no bairro Aeroporto, as equipes surpreenderam outro homem realizando incêndio em vegetação da limpeza do quintal de sua residência, prejudicando toda a vizinhança. O infrator (48) foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 1.000,00.

 

Incêndio urbano.

 

É um risco muito grande em um período seco deste as pessoas usarem o fogo dessa forma. Há a possibilidade de se perder o controle e milhares de hectares sejam queimados, além dos custos financeiros aos contribuintes para a apagar, além dos custos ambientais, bem como os custos à saúde das populações urbanas.

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